O opressor não deseja educar o oprimido, mas apenas o condicionar pela sua animalização, pois o aprendizado está acima do limiar dos instintos que condicionam, o aprendizado desperta na consciência o senso crítico e questionador quando o almejado pelas elites é um coletivismo de massa acrítica. O caminho do condicionamento é oposto ao do autoconhecimento, é deter o indivíduo ao comportamento de massa em detrimento do ambiente do lugar que assim como nas selvas não transmite conhecimento e inteligência aos animais, mas apenas um 'comportamento de condição instintiva'. Esse se torna o caminho mais curto a uma ineptocracia que somente pode ser vencida pela vocação desperta da individualidade. A aplicação de testes vocacionais, por exemplo, torna possível conduzir esse indivíduo a realização do que melhor é capaz de fazer, e despertar a aptidão favorece a vocação o qual cada área de carência na sociedade pode ser preenchida livremente ao contrário do trabalho tido como sua versão retrógrada de castigo, fomentando uma ‘aptocracia’ onde a satisfação das massas será consequente.
Ao contrário de testes de QI que pouca utilidade tem a sociedade a não ser como ostentação a elitização, não demonstra quaisquer praticidades a sociedade dando margem a segregação por tipos restritos de intelecto - não de modo abrangente - e que muitas vezes são inúteis pois não representa necessariamente nenhuma vocação. Valorizar a vocação, recompensa-la, premia-la e paga-la é combater a ineptocracia que faz seu oposto, somente sociedades cujas massas acríticas são embebidas de violência não produzem gênios, artistas e cientistas como um padrão, pois estes são frutos de uma sociedade realmente primorosamente evoluída e civilizada.
Nenhum comentário:
Postar um comentário