segunda-feira, 30 de maio de 2016

Delimitação da Monografia

Professor: Marcos de Oliveira
Nome: Gerson Machado de Avillez
Exercício de delimitação

Tema:
O desenvolvimento do ethos coletivo pela educação e seus pontos de deficiência no Brasil.
Assunto: Como o ensino, especificamente o básico, auxilia na formação de indivíduos tanto como no coletivo em suas concepção es de valores sociais inerentes a realidade em que se insere, podendo apresentar um feedback de transformação dentro de toda diversidade cultural e política brasileira.
A educação exerce papel central na formação de valores morais que são as bases dos costumes e comportamentos em sociedade, de modo que onde a educação é mais valorizada, melhores são os valores éticos, normalmente.
A delimitação temporal do estudo compara períodos diferentes como o da democracia e ditadura, relacionando como o conhecimento – que é poder – adquirido, pode, em muitas instâncias, moldar a sociedade no individuo ao coletivo, tornando a ignorância que leva a discriminação e senso comum, escasseados.
O estudo postula que a busca plena pelo saber reto, não do senso do lugar comum, deve ser inserido com constante intermediação epistêmica na cultural, normalmente alimentadora do saber empírico e assim como modo de combater a discriminação inferiorizante em todas suas facetas (sexuais, étnicas, religiosas e raciais) que ferem dignidades sendo sempre relacionadas ao senso comum.
A concepção do estudo concluí que tal formação deve ocorrer desde o ensino básico no papel de ensinar a cidadania em seus deveres e direitos e demonstrar como a ignorância leva a discriminação tornando-se um perigo, inerente a um ethos imaturo. Cita exemplos práticos e históricos disso, que, como alimentadores de abismos são pontos deficientes do Ethos como sua involução antropática para o nível civilizatório por ser retrógrado sob todos aspectos.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

A Importância da Escrita para a humanidade

Assim como o surgimento da escrita definiu o fim de um período para a humanidade, especificamente da pré-história para a história, a escrita quando aprendida na infância determina o surgimento da época em que ela começa a ter um melhor apuro do mundo a seu redor, aprimorando sua linguagem e estabelecendo melhores vínculos com suas relações interpessoais:

"Não existem relatos ou vestígios de como surgiu a linguagem humana em todas suas matizes e troncos. O que temos ideia é que pela essencialidade de trocar informações surgiu a comunicação tendo por meio a linguagem. (...) Mesmo as mais simples palavras estruturadas de modo rítmico ganham poder de alcance pela poesia que a envolvem."
(AVILLEZ, 2014, p.5 e 5)
   
Em todo mundo a linguagem escrita tem um papel determinante na precisão de determinados conhecimentos que antes eram apenas transmitidos oralmente, e por isso distorciam-se ao longo dos anos o que favoreceu o surgimento de mitos e mesmo deuses. A linguagem registra não somente os fatos do período com relatos ricos em detalhes como elabora seus próprios conceitos do mundo. Tornando-se uma forma muito mais precisa e segura de transmitir o conhecimento não seria exagero afirmar que o analfabetismo relega seus pares a uma pré-história do conhecimento.

Mesmo para os antigos o que estava escrito era o determinante como o que era válido e definitivo, a exemplo da lei nos dias de hoje, o que se determina é o que está escrito, o que reflete tal importância no passado até os dias de hoje.

Se epistemicamente antes não se conhecia os autores de contos populares como no livro 'atividades para o ensino da Língua Portuguesa' (DIAS, Ana Maria Ioiro, 2013) por ser dado ao empirismo o qual era a transmissão de conhecimentos apenas por oralidade, hoje os contos encontram-se cristalizados ao passarem ser escritos e assim transmitidos como ferramenta de ensino a própria língua portuguesa, como no supracitado livro.

Poder-se-ia afirmar que a epistêmica do conhecimento humano somente se tornou possível graças a escrita, pois na oralidade dados perdiam-se ou se distorciam, como a exemplo da teoria do telefone sem fio, uma brincadeira comum entre crianças. A epistêmica dá precisão ao conhecimento que sempre será cristalizado na escrita como forma de conduzir todo o mais.

Ou seja, ainda que a oralidade seja ensinada a exemplo dos contos, num meio escolar ou acadêmico sempre passará, hoje, pela escrita de modo mesmo as lendas e mitos perpetuados por contos populares passam a ser registrados a fim de estudos que levem a melhor compreensão deles.

Os contos trancosos quer sejam eles inventados ou não, perpetuam ideias vagas de uma realidade transmitida oralmente, de modo que o termo 'trancoso' serve para determinar a uma procedência por isso fantástica que confunde-se obviamente com o sobrenatural.

A escrita é o meio, mas mesmo no meio acadêmico é o ponto determinante da conclusão de uma investigação metódica como sua conclusão, das coletas de dados a opiniões delas extraídas.

Com a escrita tornou-se mais fácil o estudo da própria evolução da língua e melhor articular maneiras precisas de ensinar conseguindo detectar os mecanismos de como a língua evoluí ainda que normalmente por vias orais.

Autores
Gerson Machado de Avillez
Patrick Batista
Evandro de Andrade
Marinete Franklim

Referências Bibliográficas
DIAS, Ana Maria Iorio. Atividades para o Ensino da língua portuguesa: Vozes, 2013.
AVILLEZ, Gerson Machado. A Batalha das Palavras: Clube de Autores, 2014.

Resenha de A Águia e a Galinha

Por Gerson Avillez

Uma águia é criada como galinha desde filhote por um camponês. Não conhecendo seu potencial, e vivendo uma vida amputada e mutilada, fica resignada a uma vida pedestre de ciscar grãos de milhos ao lado dos demais galináceos por ter seu direito de voar arruinados, por desconhecer o potencial de suas asas ante uma criação torta.

A metáfora predita num discurso por James Aggrey, um político de Gana -  país por muitos anos miserável pela colonização - aspira ao messianismo por ater-se a conceitos inspirativos de uma moral sobre perseguidos e injustiçados, não sendo uma ideologia meramente de agrado ao lado “tripudiador” como justificativa ao injustificável.

O trato dado pelos colonos ingleses aos ganeses era de que nada podiam, eram inferiores, sua cultura inadequada e que estava destinados a uma vida miserável e de servidão, sua liberdade e conquistas não eram escolhas pois antes mesmo que começasse a liberdade, a subjugação inglesa acabou com sua cultura gradualmente degradada pela imposição cultural e política própria. Isso expõe apenas uma faceta de justificativas ao injustificável, uma aberração que na realidade serve a muitos contextos e justamente o ponto de partida para o livro ‘A Águia e a Galinha’ do intelectual Leonardo Boff.

Boff ao repaginar a metáfora de Aggrey nos remete a vários paralelos do autoconhecimento associando-se a elementos dos conhecimentos filosóficos, científicos e teológicos. O recado é claro: não é alguém que pisa sobre nós que pode determinar o que somos, desfigurar nossa identidade e impor mesmo nosso ser para ainda querer ter razão, ficar preso a uma realidade não nos faz necessariamente parte dela, como o mito da caverna de Platão. Somos o que fazemos, não o que desejam fazer conosco.
A águia assim estava vendo apenas suas próprias sombras do que era, uma sombra de galinha, precisava ir pra fora da caverna e ver-se como realmente era assim como a realidade que não conhecia.

A partir disso Boff mergulha na história humana e em diversos outros exemplos da aplicação de que todos nós temos uma águia tanto como uma galinha dentro de nós, de modo que podemos associar ambos na vida cotidiana.

Águia, signo de liberdade e do alçar voos, expoente comum da teologia da libertação o qual Boff ajudou a fundar, apresenta traços de independência ao contrário dos colonizados simbolizados pela galinha. Todos dependemos de relações e assim o lado “galinha” sempre é não somente presente como necessário, mas também temos sonhos o qual toda águia representa: poder libertar-se das amarras comuns dos algozes simbolizados pelo colonialismo inglês e poder ter autonomia e liberdade realizando sonhos.

Assim apresenta-se um diálogo estabelecido pelo autor entre dualismo e dualidade, elementos contrários mas que se completam e contrários que se anulam. Num universo na eterna busca pelo cosmos através do caos deixa implícito que a perfeição e equilíbrio definitivo pode nunca ser atingido, mas sim aprimorado.
A identificação com o livro ao leitor é imediata. Ao viver numa sociedade dominada por abismos e adversidades a injustiça é fato, os pobres são galinhas e os ricos águias, mas justamente disso pode surgir um messianismo que assim como com Jesus e inúmeras outras personalidades é libertador.

Jesus fora crucificado como uma galinha, mas o signo da ressureição emergiu como uma águia e para tanto revoou aos céus após isto.

Todavia parece remeter a ideia de que assim como há coexistência entre alguns tipos
de opostos, de acordo com Niels Bohr, há aqueles que são irreconciliáveis como água e óleo. Em contraparte, ideologias como a do colonialismo, dos servos e senhores, ideologias que apresentam duas faces e assim apenas são justificativas ao injustificável, uma ideologia de abismos fomenta não a dualidade, mas dualismo. Afinal o pobre pode viver sem o rico, mas esse tipo de rico não vive sem o pobre, vide o colonizador que se apresenta imprescritível ao colonizado quando na realidade o colonizado que é imprescritível ao colonizador que não vive sua mão de obra barata, mas o contrário é muito mais fácil. Esses pobres vivem sem os ricos.

Torna-se inquestionável que Leonardo Boff é um notável pensador e no livro prova seu valor não somente demonstrando sua erudição como enriquecendo o texto com metáforas normalmente coerentes. Ainda que eventualmente pareça sair do cerne do cristianismo à mistificação ao abraçar elementos pseudocientíficos e bem ultrapassados da ‘nova era’ e que na prática pouco resolvem ou acalentam anseios - nunca tive conforto ou respostas neles - apenas criando teorias que são justificativas para si próprios apenas.

Aqui e acolá, Boff comete falhas e deslizes, como por exemplo ao afirmar que ao evolucionismo de Darwin é a lei do mais forte que reina, quando ao conhecedor percebe-se que é o mais apto de acordo com a afirmação do próprio Charles Darwin. Vide, a biologia não apresenta leis como em física.

Mas a consistência está na pregação do autoconhecimento e na crítica cultural de como povos subjugam muitos demais ao impor seus sistemas de crenças e "valores" o que torna-se contraditório. O texto assim desenvolve e envolve o leitor mergulhando em todas as possibilidades que abre a referida metáfora do título.
Hábil artesão em tecer as sentenças no texto e amarrando pontas, Boff demonstra sua bagagem cultural e experiência ao nos orientar por um caminho não só de autoconhecimento como de autoajuda, sendo assim - mesmo com falhas -, de longe, uma das obras do filão mais prestativas que conheço no mercado editorial/literário.

Pode não ter me libertado, mas ao menos enriqueceu meu conhecimento sobre alguns assuntos e somente ficou faltando delinear melhor a diferença das vertentes que exemplificou, pois as vezes parece que o próprio autor esquece que o dualismo não é dualidade e que ainda assim existe água e óleo como o próprio colonialismo global que vivemos, a exemplo dos Estados Unidos.

Certamente Leonardo Boff poderia ter feito melhor com seu potencial, mas ainda assim a obra traz alguns ótimos momentos ao repaginar os inúmeros tipos de dualidades presentes nas esferas física (material), humana e espiritual, deixando um recado claro contra o materialismo dominante pelo capitalismo: somos todos galinhas quando nos tornamos meros consumidores (de milho).

A Águia e a Galinha - Boff, Leonardo - 2014

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Apresentação de Trabalhos

Abaixo algumas fotos dos trabalhos apresentados no curso de pedagogia da Fac-Unilagos.

Trabalho de apresentação na aula da professora Vanusa 
Ribeiro sobre Ivan Cruz.

Apresentação do trabalho sobre trânsito da aula de Estágio III.

Apresentação do trabalho de Fábio Marchon sobre o hino 
nacional. Trabalho apresentado por Gerson Avillez, Evandro 
Andrade, Patrick Batista, Raquel Alexandre e Mariana Ouvidor 
no dia 28 de março de 2016.
Evandro Andrade e Mariana Ouvidor
apresentando trabalho sobre Ivan Cruz

Apresentação do trabalho de Vanusa: Gerson Avillez,
Evandro Andrade e Patrick Batista

Todos do grupo de apresentação do trabalho sobre Ivan Cruz

Gerson Avillez, Evandro Andrade e Patrick Batista apresentando um
trabalho da aula da professora Iguacira.
  









Patrick Batista, Evandro Andrade, Mariana Ouvidor e Gerson Avillez numa
apresentação na brinquedoteca.


Apresentação de uma aula para o trabalho da professora
Silvia.
 

Gerson Avillez, Evandro Andrade e Patrick Batista numa apresentação.

Evandro Andrade e Gerson Avillez no Júri simulado do professor
Marco Joaquim.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Conduzindo pra fora da Caverna

Ilustração da caverna do mito de Platão

O Mito da Caverna de Platão nos fala de como a ignorância pode ser uma contemplação de sombras da verdade que nos cerca. Partindo desse princípio a educação o qual o papel nos traz ao conhecimento, a verdade, remeteria ao princípio de nos conduzir para fora dessa espúria caverna. Não por menos o termo educação vem do grego educere que significa conduzir para fora. Tendo uma relação explícita ou não com o termo em sua etimologia isso nos serve como perfeita metáfora para a importância da educação no mundo, como forma de, etimologicamente, nos livra das ilusões proporcionadas pela ignorância ou com a falsa impressão de conhecimento pelo senso comum.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Resenha do livro: Paulo Freire para Educadores

De um jovem nordestino que resolveu cursar direito à descoberta em si para o seu verdadeiro ofício, a pedagogia. A história de Paulo Reglus Neves Freire é narrada pela autora Vera Barreto de seu trajetória praticamente iniciada pelo exílio com o golpe militar que era uma culminância de conspirações na década de 1960 que levou Freire a sua consagração internacional que o levou a ser um dos mais importante intelectuais de nosso país e criador da pedagogia libertadora.

    Paulo Freire tem uma poderosa mensagem universal acerca das classes, em especifico dos que são socioeconomicamente oprimidos. Sendo um dos maiores incentivadores da alfabetização trouxe ao seu pais – e a tantos outros latino americanos – a possibilidade das classes mais pobres e oprimidas se alfabetizarem. Vera Barreto define do seguinte modo:

"Os poderosos já não viam os outros como seus iguais, mas como objetos necessários para a satisfação de seus interesses. Tornaram-se opressores da maioria impondo-lhe sacrifícios e restrições para aumentar seus próprios privilégios. Gradativamente, estas relações opressoras foram se institucionalizando de tal maneira que passaram a ser consideradas naturais. Apareceu uma “Ordem” que legitima esta situação de opressão e reage contra todos que ameaçarem os privilégios para restaurar a humanidade de todos.(...) Mais do que isto, os oprimidos passaram a introjetar esta ordem injusta, como se fosse natural, e a considerar os opressores como modelos bem sucedidos de seres humanos. Modelos que procurarão imitar sempre que tiverem poder para isto. Cada oprimido passou a trazer em si a semente do opressor, fortalecendo a estrutura social vigente, injusta e castradora."
(Barreto, p.56, 1998)

    Barreto mostra que a luta de Freire pela educação é uma luta para colocar em melhor posição das classes mais oprimidas de modo que Freire estabelece a alfabetização como ponto central de sua luta inicial. Se conhecimento é poder, a educação como ato de tornar o educando ao conhecimento é libertador tornando o oprimido livre das amarras impostas pelas classes dominantes através da ignorância e, a exemplo do que põe Freire, o analfabetismo.

    Assim do retorno triunfante de Freire ao Brasil onde lecionou na faculdade e assim como sua vida pessoal, ele criou movimentos como O Circulo da Cultura com o objetivo primordial de alfabetizar adultos que viviam a margem da sociedade, pois para Barreto "embora seja verdade que as pessoas não conhecem de modo igual e que isto as torna diferentes umas das outras, esta diferença não justifica nenhuma superioridade" (Barreto, p.61, 1998).

    O programa de Freire buscava conhecer as palavras geradoras de dada comunidade a fim de traçar um plano de alfabetização que incluía a observação silábica e do movimento labial em sua pronuncia. Vera Barreto postula do seguinte modo os critérios postulados por Freire:

— riqueza fonética – as palavras deveriam conter todos os fonemas da língua portuguesa;

— dificuldades fonéticas – as palavras escolhidas deveriam responder às dificuldades fonéticas da língua, colocadas numa sequência gradativa;

— aspecto pragmático da palavra – as palavras deveriam possuir forte entrosamento com a realidade social, política e cultural.

    "Não há leitura nem escrita sem uma compreensão do lido ou escrito. Esta compreensão depende da 'leitura de mundo' que o educando é capaz de fazer” (Barreto, p.126, 1998) de maneira que a leitura de mundo era a constante comum para a alfabetização consciente de modo que ensinar a aprender de modo crítico se tornava vital a compreensão plena do que se lia e escrevia, de modo que a “natureza é o mundo que os seres humanos não fazem e a Cultura é o mundo feito pelas mulheres e homens” (Barreto, p.108. – 1998).

    Entre os demais métodos ensinados por Freire estava a utilização de fotografias legendadas assim como fichas onde ilustrações enriqueciam tais aspectos ensinados, de modo que a descodificação dos educados permitia observar que “a Cultura modifica-se no tempo, ou seja, é histórica” (Barreto, P.110, 1998), por exemplo.

    A educação assim levava a uma compreensão das diferenças de cultura e outros aspectos como a natureza de maneira chegavam a discutir mesmo aspectos das artes num âmbito cultural e que, por exemplo, "a poesia responde a uma necessidade diferente daquela que levou à construção do poço ou do vaso” (Barreto, p.113, 1998).

    Isso, assim como a mensagem de Freira era universal a busca pela alfabetização seguia a igual universalização mediante as dificuldades comuns enfrentadas por todos independente de sua cultura e sociedade o qual vivia, mas presente no contexto socioeconômico o qual levava este a condição, a maioria das vezes, de oprimido. Romper com o ciclo de relação entre o oprimido e o opressor somente era possível mediante uma intervenção pedagógica contextualizada de modo a exacerbar que é a ignorância o mais eficiente mecanismo de opressão.

    Paulo Freire assim se tornou um expoente máximo e de conhecimento internacional como representante de nosso pais a lutar pela igualdade de classes através de uma das mais poderosas armas que o homem pode ter o conhecimento que vem da educação, conforme mesmo Nelson Mandela dizia. Seguindo uma trajetória notável acadêmica e culturalmente, Paulo Freire nos deixou no ano de 1997 quando ainda tinha muitos planos a serem realizados.

    O livro de Vera Barreto assim nos leva a uma viagem não somente pelos métodos desse notável a humanizador homem do conhecimento como sua trajetória e vida exemplar a quaisquer pessoas que almejam ser pedagogos e curar os males da ignorância comum ao engano dos que vivem oprimidos.

Avillez, Gerson - Fac-Unilagos, Araruama - 2015